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quinta-feira, agosto 05, 2010
Barbara - Ma plus belle histoire d'amour
Ma Plus Belle Histoire D'amour :
A minha mais bela história de amor
Por mais longe que me lembre
A sombra dos meus amores antigos
Por mais longe, mesmo o primeiro encontro
Do tempo das primeiras dores
Apenas tinha quinze anos
Coração em branco, e arranhões nos joelhos.
Foram, era precoce,
Alguns amores de criança,
Ou as feridas de um amor louco,
Por mais longe que me lembre
Se desde então disse "amo-te"
A minha mais bela história de amor, és tu
É verdade nunca fui bem comportado
E virei muitas páginas
Sem as ler, brancas, sem nada escrito,
É verdade nunca fui bem comportado
E os meus guerreiros de visita,
A penas vistos, já tinham desaparecido,
Mas através das suas caras
Eu via a tua cara,
Eras tu já, e o coração a nu,
Eu fazia novamente as malas,
E perseguia a tua miragem,
A minha mais bela história de amor, és tu,
No longo caminho,
Que levava a ti,
No longo caminho,
Eu ia de coração louco,
O vento de Dezembro,
Gelava-me o pescoço.
Que importava Dezembro,
Se era por ti,
Ele foi longo o caminho,
Mas eu segui, o caminho,
Esse, que levava até ti,
Não quebro nenhum juramento,
Se esta noite, eu juro
Que por ti, o teria feito de joelhos.
Foi preciso muitos outros,
Só alguns maus apóstolos,
Só o inverno ou a neve no meu pescoço,
Para que eu perca paciência,
E acalmar a minha violência,
A minha mais bela história de amor, és tu
Os tempos de inverno e outono
De noite, de dia, e ninguém,
Nunca vinhas aos encontros,
E de ti, perdendo coragem,
De repente, vinha-me a fúria,
Meu Deus, o que eu precisava de ti,
Que o diabo te leve,
Outros abriram-me as suas portas
Felizmente, ia para longe de ti,
Sim, fui-te infiel,
Mais tu voltavas na mesma,
A minha mais bela história de amor, és tu,
Chorei as minhas lágrimas,
Mas foi tão doce,
Se me foi doce,
Esse teu primeiro sorriso.
E por uma lágrima,
Que viesse de ti,
Chorei de amor,
Lembras-te?
Foi, uma tarde de Setembro,
Viestes esperar por mim
Aqui mesmo, lembras-te?
Ao ver te a sorrir,
Ao amar-te sem nada dizer,
Foi aí que percebi, de repente,
Eu tinha acabado a minha viagem,
E posei as minhas malas,
Tinhas vindo ao meu encontro,
Não interessa o que possam dizer,
Eu tinha mesmo de te dizer,
Hoje à tarde eu agradeço-te por ti
Não interessa o que possam dizer,
Eu vim para te dizer,
A minha mais bela história de amor, és tu.....
(tomei várias liberdades na tradução, mas acaba por ser basicamente o mesmo texto)
quinta-feira, agosto 27, 2009
France Gall - Les sucettes
Cá está uma musica maravilhosa, sem sentido escondido nenhum, obviamente, e a letra deliciosa. Não vou traduzir esta porque é exactamente o que parece e os sons são tão perfeitos que traduzir ia quebrar o feitiço...
A musica escandalizou meio mundo sobretudo no meio das restantes musicas do album completamente inocentes da France Gall com 18 anos nessa altura (1966).
Esta musica foi obviamente escrita por Serge Gainsbourg e cantada pela inocente France Gall que nem percebeu o segundo sentido...
Vou dedicar esta musica ao Pinguim e ao menino dos olhos dele, porque sei que o Pinguim deve gostar da musica, e porque apeteceu-me dedica-la a um casal. ;)
France Gall - Les Sucettes
Enviado por jojon26. - Videos de musica, clipes, entrevista das artistas, shows e muito mais.
Annie aime les sucettes,
Les sucettes à l'anis.
Les sucettes à l'anis
D'Annie
Donnent à ses baisers
Un goût ani-
Sé. Lorsque le sucre d'orge
Parfumé à l'anis
Coule dans la gorge d'Annie,
Elle est au paradis.
Pour quelques pennies, Annie
A ses sucettes à l'anis.
Elles ont la couleur de ses grands yeux,
La couleur des jours heureux.
Annie aime les sucettes,
Les sucettes à l'anis.
Les sucettes à l'anis
D'Annie
Donnent à ses baisers
Un goût ani-
Sé. Lorsqu'elle n'a sur la langue
Que le petit bâton,
Elle prend ses jambes à son corps
Et retourne au drugstore.
Pour quelques pennies, Annie
A ses sucettes à l'anis.
Elles ont la couleur de ses grands yeux,
La couleur des jours heureux.
Lorsque le sucre d'orge
Parfumé à l'anis
Coule dans la gorge d'Annie,
Elle est au paradis.
A musica escandalizou meio mundo sobretudo no meio das restantes musicas do album completamente inocentes da France Gall com 18 anos nessa altura (1966).
Esta musica foi obviamente escrita por Serge Gainsbourg e cantada pela inocente France Gall que nem percebeu o segundo sentido...
Vou dedicar esta musica ao Pinguim e ao menino dos olhos dele, porque sei que o Pinguim deve gostar da musica, e porque apeteceu-me dedica-la a um casal. ;)
France Gall - Les Sucettes
Enviado por jojon26. - Videos de musica, clipes, entrevista das artistas, shows e muito mais.
Annie aime les sucettes,
Les sucettes à l'anis.
Les sucettes à l'anis
D'Annie
Donnent à ses baisers
Un goût ani-
Sé. Lorsque le sucre d'orge
Parfumé à l'anis
Coule dans la gorge d'Annie,
Elle est au paradis.
Pour quelques pennies, Annie
A ses sucettes à l'anis.
Elles ont la couleur de ses grands yeux,
La couleur des jours heureux.
Annie aime les sucettes,
Les sucettes à l'anis.
Les sucettes à l'anis
D'Annie
Donnent à ses baisers
Un goût ani-
Sé. Lorsqu'elle n'a sur la langue
Que le petit bâton,
Elle prend ses jambes à son corps
Et retourne au drugstore.
Pour quelques pennies, Annie
A ses sucettes à l'anis.
Elles ont la couleur de ses grands yeux,
La couleur des jours heureux.
Lorsque le sucre d'orge
Parfumé à l'anis
Coule dans la gorge d'Annie,
Elle est au paradis.
sexta-feira, julho 24, 2009
Le temps des cerises - Yves Montand
Já tinha posto aqui esta musica (que é daquelas musicas que podemos chamar "das nossas musicas" a mim e ao J) ao acompanhar um poste há já muitos meses (anos?!), mas não tinha feito a tradução, por isso cá vai. (Também acho que ninguém se vai importar de a reouvir)
(tenho alguma dificuldade com os tempos verbais visto não ter tido aulas de português, se alguém me poder corrigir, agradeço)
Quando cantarmos o tempo das cerejas
O feliz rouxinol e o melro trocista
Estarão todos em festa
As belas terão ideias loucas
E os namorados com sol no coração.
Quando cantarmos o tempo das cerejas
Cantará melhor o melro trocista
Mas ele é tão curto, o tempo das cerejas
Onde vamos os dois, colher sonhando
Pendentes de orelhas
Cerejas de amor em vestidos iguais
Caindo sobe a folha em gotas de sangue.
Mas ele é tão curto, o tempo das cerejas
Pendentes de coral que colhemos sonhando.
Quando chegarem ao tempo das cerejas
Se tiverem medo dos desgostos amorosos
Evitem as belas
Eu que não tenho medo das dores cruéis
Não viverei sem sofrer um dia.
Quando chegarem ao tempo das cerejas
Terão também desgostos amorosos
Amarei sempre o tempo das cerejas
É desse tempo que tenho no coração
Uma ferida aberta
E a senhora Fortuna me sendo oferecida
Nunca saberá sarar a minha dor
Amarei sempre o tempo das cerejas
E a saudade que guardo no coração.
(tenho alguma dificuldade com os tempos verbais visto não ter tido aulas de português, se alguém me poder corrigir, agradeço)
Quando cantarmos o tempo das cerejas
O feliz rouxinol e o melro trocista
Estarão todos em festa
As belas terão ideias loucas
E os namorados com sol no coração.
Quando cantarmos o tempo das cerejas
Cantará melhor o melro trocista
Mas ele é tão curto, o tempo das cerejas
Onde vamos os dois, colher sonhando
Pendentes de orelhas
Cerejas de amor em vestidos iguais
Caindo sobe a folha em gotas de sangue.
Mas ele é tão curto, o tempo das cerejas
Pendentes de coral que colhemos sonhando.
Quando chegarem ao tempo das cerejas
Se tiverem medo dos desgostos amorosos
Evitem as belas
Eu que não tenho medo das dores cruéis
Não viverei sem sofrer um dia.
Quando chegarem ao tempo das cerejas
Terão também desgostos amorosos
Amarei sempre o tempo das cerejas
É desse tempo que tenho no coração
Uma ferida aberta
E a senhora Fortuna me sendo oferecida
Nunca saberá sarar a minha dor
Amarei sempre o tempo das cerejas
E a saudade que guardo no coração.
quarta-feira, setembro 03, 2008
Desafio sangrento
Como fui desafiado pelos Felizes Juntos e ando um bocadinho desaparecido, cá está uma boa desculpa para voltar haha.
Exposição
Mmmmmm primeiro vou começar pelo mais dificil, a exposição... só me apetece pôr aqui é a exposição ao sol na praia que não vejo há agora mais de um mês haha mas não...
Vou dizer a exposição Felina Mundial Wold Cat Show 2008 que vai ser em Portugal este ano dia 25 e 26 de Outubro, que é uma óptima altura para entrar no mundo dos nossos amigos de quatro patas.
Mesmo que não estejam interessados nos concursos, é sempre giro ver gatos enormes como os Maine Coon, ou ainda mexer no pelo suave e muito curto dos estranhos Esfinges.

Livros
Em termos de livros, há tantos, nem sei por onde começar, desde a saga dos "Nine Princes of Amber" do R. Zelazny, passando pelo maravilhoso e sempre actual "Frankenstein" da Mary Shelley até "a revolta das formigas" do Bernard Werber, tenho tantos livros favoritos que seria impossível pô-los aqui todos, vou só falar do que estou a ler neste momento, o terceiro volume dos contos de arrepiar do Lovecraft retraduzidos e relançados há poucos dias, estes três volumes são até agora as melhores traduções portuguesas que li.
Filmes
Já falei aqui de muitos filmes, mas vou referir aqui dois já muito conhecidos mas que merecem esta pequena nota, O "Fabuloso destino de Amelie" que é simplesmente fabuloso, assim como todos os que já o viram acham de certeza, mistura tanta, "magia" com energia positiva, é um encanto!
O segundo é o "Little Buddha", filme sem pretensões que achei maravilhoso pela maneira simples como conta a história e explica a vida de Siddhārtha Gautama o fundador do Budismo e mistura-o história com os tempos modernos.
Bailados
Não sendo um grande fã e/ou apreciador de bailados não vou passar a vergonha de fazer de percebido na matéria
Teatro
Teatro? bem teatro não há nada melhor que comprar um bilhete de avião e ir a Londres ver um dos musicais clássicos, como o Mamma Mia (do mesmo nome que o filme que vai estrear esta semana em Portugal) ou ainda o Fame :P
Musica
Acho que já não preciso mostra de que tipo de musica gosto, e deixo aqui um pequeno vídeo de uma musica assim como a tradução do costume.
Qui a le droit - Patrick Bruel
Tinham-me dito: "Não faças muitas perguntas.
Sabes pequeno, é a vida que te responde.
Para que serve querer saber tudo?
Olha para o céu e vê o que podes ver."
Tinham-me dito: "Tens de ouvir o teu pai."
O meu não me disse nada, quando bazou.
A minha mãe disse-me: "És demasiado pequeno para perceber."
E cresci com um lugar a tomar.
Quem tem o direito, quem tem o direito
Quem tem o direito de fazer isso
A uma criança que acredita
O que dizem os adultos?
Passamos a vida a dizer obrigado,
Obrigado a quem, porquê?
A dar a chuva e o sol
A crianças, às quais mentimos.
Tinham-me dito que os homens são todos iguais.
Há vários deuses, mas só há um sol.
Sim mas esse mesmo sol, brilha ou queima.
Morres à sede ou afogas-te.
A ti também, tenho a certeza que te disseram,
Belas histórias, pois sim... só porcaria...
Então agora, encontrasmos-nos na estrada,
Com os nossos medos, nossas fraquezas e nossas duvidas.
Quem tem o direito, quem tem o direito
Quem tem o direito de fazer isso
A uma criança que acredita
O que dizem os adultos?
Passamos a vida a dizer obrigado,
Obrigado a quem, porquê?
A dar a chuva e o sol
A crianças, às quais mentimos.
(ufff ... isto é que foi um ganda post)
Exposição
Mmmmmm primeiro vou começar pelo mais dificil, a exposição... só me apetece pôr aqui é a exposição ao sol na praia que não vejo há agora mais de um mês haha mas não...
Vou dizer a exposição Felina Mundial Wold Cat Show 2008 que vai ser em Portugal este ano dia 25 e 26 de Outubro, que é uma óptima altura para entrar no mundo dos nossos amigos de quatro patas.
Mesmo que não estejam interessados nos concursos, é sempre giro ver gatos enormes como os Maine Coon, ou ainda mexer no pelo suave e muito curto dos estranhos Esfinges.

Livros
Em termos de livros, há tantos, nem sei por onde começar, desde a saga dos "Nine Princes of Amber" do R. Zelazny, passando pelo maravilhoso e sempre actual "Frankenstein" da Mary Shelley até "a revolta das formigas" do Bernard Werber, tenho tantos livros favoritos que seria impossível pô-los aqui todos, vou só falar do que estou a ler neste momento, o terceiro volume dos contos de arrepiar do Lovecraft retraduzidos e relançados há poucos dias, estes três volumes são até agora as melhores traduções portuguesas que li.
Filmes
Já falei aqui de muitos filmes, mas vou referir aqui dois já muito conhecidos mas que merecem esta pequena nota, O "Fabuloso destino de Amelie" que é simplesmente fabuloso, assim como todos os que já o viram acham de certeza, mistura tanta, "magia" com energia positiva, é um encanto!
O segundo é o "Little Buddha", filme sem pretensões que achei maravilhoso pela maneira simples como conta a história e explica a vida de Siddhārtha Gautama o fundador do Budismo e mistura-o história com os tempos modernos.
Bailados
Não sendo um grande fã e/ou apreciador de bailados não vou passar a vergonha de fazer de percebido na matéria
Teatro
Teatro? bem teatro não há nada melhor que comprar um bilhete de avião e ir a Londres ver um dos musicais clássicos, como o Mamma Mia (do mesmo nome que o filme que vai estrear esta semana em Portugal) ou ainda o Fame :P
Musica
Acho que já não preciso mostra de que tipo de musica gosto, e deixo aqui um pequeno vídeo de uma musica assim como a tradução do costume.
Qui a le droit - Patrick Bruel
Tinham-me dito: "Não faças muitas perguntas.
Sabes pequeno, é a vida que te responde.
Para que serve querer saber tudo?
Olha para o céu e vê o que podes ver."
Tinham-me dito: "Tens de ouvir o teu pai."
O meu não me disse nada, quando bazou.
A minha mãe disse-me: "És demasiado pequeno para perceber."
E cresci com um lugar a tomar.
Quem tem o direito, quem tem o direito
Quem tem o direito de fazer isso
A uma criança que acredita
O que dizem os adultos?
Passamos a vida a dizer obrigado,
Obrigado a quem, porquê?
A dar a chuva e o sol
A crianças, às quais mentimos.
Tinham-me dito que os homens são todos iguais.
Há vários deuses, mas só há um sol.
Sim mas esse mesmo sol, brilha ou queima.
Morres à sede ou afogas-te.
A ti também, tenho a certeza que te disseram,
Belas histórias, pois sim... só porcaria...
Então agora, encontrasmos-nos na estrada,
Com os nossos medos, nossas fraquezas e nossas duvidas.
Quem tem o direito, quem tem o direito
Quem tem o direito de fazer isso
A uma criança que acredita
O que dizem os adultos?
Passamos a vida a dizer obrigado,
Obrigado a quem, porquê?
A dar a chuva e o sol
A crianças, às quais mentimos.
(ufff ... isto é que foi um ganda post)
Etiquetas:
informação completamente inutil,
musica francesa
segunda-feira, agosto 25, 2008
Serge Lama e Dalida - Je suis malade
Vou continuar com os classicos, com esta "Je suis malade" que para mim é tão classica e no mesmo registo que a "Ne me quitte pas", o cantor original é o Serge Lama, mas pus aqui a versão em dueto virtual com a Dalida em homenagem à mesma.
Já não sonho
Já não fumo
Já nem tenho história
Sou sujo sem ti
Sou feio sem ti (ou feia depende da pessoa que canta)
Como um orfão num dormitório
Já não tenho vontade
De viver a vida
A minha vida acaba quando me deixas
Já não tenho vida
E mesmo a minha cama
Torna-se num cais de embarque
Quando tu partes...
Fico doente
Completamente doente
Como quando a minha mãe saía à noite
E me deixava só com o meu desespero
Fico doente
Perfeitamente doente
Chegas sempre sem sabermos
Partes sem ninguém saber para onde
E vaí já fazer dois anos
Que não te ralas...
Como uma pedra
Como um pecado
Agarei-me a ti
Estou cansado, estou exausto
De fingir estar feliz
Quando eles estão aqui
Bebo todas as noites
Mas todos os Whiskys
Já me sabem ao mesmo
E todos os barcos
Têm a tua bandeira
Já nem sei onde ir, estás em todo o lado...
Estou doente
Completamente doente
Esvazio o meu sangue no teu corpo
E sou como um passaro morto
Enquanto dormes
Estou doente
Perfeitamente doente
Tiraste-me as minhas canções
Deixaste-me sem palavras
E eu até tinha talento
Antes da tua pele...
Este amor mata-me
E se continua
Irei morrer sozinho
Ao lado do meu rádio
Como um puto estupido
Ouvirei a minha própria voz que cantará...
Fico doente
Completamente doente
Como quando a minha mãe saía à noite
E me deixava só com o meu desespero
Fico doente
É isso mesmo, fico doente
Tiraste-me as minhas canções
Deixaste-me sem palavras
E tenho o coração completamente doente
Cercado de barreiras
Ouves.... Eu estou doente...
Já não sonho
Já não fumo
Já nem tenho história
Sou sujo sem ti
Sou feio sem ti (ou feia depende da pessoa que canta)
Como um orfão num dormitório
Já não tenho vontade
De viver a vida
A minha vida acaba quando me deixas
Já não tenho vida
E mesmo a minha cama
Torna-se num cais de embarque
Quando tu partes...
Fico doente
Completamente doente
Como quando a minha mãe saía à noite
E me deixava só com o meu desespero
Fico doente
Perfeitamente doente
Chegas sempre sem sabermos
Partes sem ninguém saber para onde
E vaí já fazer dois anos
Que não te ralas...
Como uma pedra
Como um pecado
Agarei-me a ti
Estou cansado, estou exausto
De fingir estar feliz
Quando eles estão aqui
Bebo todas as noites
Mas todos os Whiskys
Já me sabem ao mesmo
E todos os barcos
Têm a tua bandeira
Já nem sei onde ir, estás em todo o lado...
Estou doente
Completamente doente
Esvazio o meu sangue no teu corpo
E sou como um passaro morto
Enquanto dormes
Estou doente
Perfeitamente doente
Tiraste-me as minhas canções
Deixaste-me sem palavras
E eu até tinha talento
Antes da tua pele...
Este amor mata-me
E se continua
Irei morrer sozinho
Ao lado do meu rádio
Como um puto estupido
Ouvirei a minha própria voz que cantará...
Fico doente
Completamente doente
Como quando a minha mãe saía à noite
E me deixava só com o meu desespero
Fico doente
É isso mesmo, fico doente
Tiraste-me as minhas canções
Deixaste-me sem palavras
E tenho o coração completamente doente
Cercado de barreiras
Ouves.... Eu estou doente...
sábado, agosto 23, 2008
Ne me quitte pas - Jacques Brel
Cá está uma musica que duvido que algum de vocês desconheça, é quase um sacrilégio eu traduzir esta musica, já que outras pessoas com muito mais brio e experiências já o fizeram... mas vou fazê-lo na mesma... :P já agora já há umas fotos (poucas) da gata nos slides.
Escolhi esta versão porque é a minha versão favorita, e existe no youtube com melhor qualidade mas é impossível de partilhar (podem ver esta versão com muito melhor qualidade aqui)
Não me deixes
Temos de esquecer
Tudo pode se esquecer
Que nos foge já
Esquecer o tempo
Dos desencontros
E o tempo perdido
A saber como
Esquecer estas horas
Que matavam por vezes
Com golpes de porquê
O coração da felicidade
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Oferecer-te ei
Pérolas de chuva
Vindas de países
Onde não chove
Escavarei a terra
Até depois da minha morte
Para cobrir o teu corpo
De ouro e de luz
Conquistarei um país
Onde o amor será rei
Onde o amor será lei
Onde tu serás rainha
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Inventar-te ei
Palavras sem sentido
Que tu compreendarás
Falar-te ei
Desses amantes
Que viram duas vezes
Os seus corações arderem
Contar-te ei
A história desse rei
Morto de não ter conseguido
Encontrar-se contigo
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Vimos muitas vezes
Reacender a chama
Dum antigo vulcão
Que pensavamos velho
Existe pelo que dizem
Terras queimadas
Dando mais trigo
Que o melhor abril
E quando vem a noite
Para que o céu flameja
O vermelho e o preto
Não se casam eles?
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Já não vou chorar
Já não vou falar
Esconder-me ei aqui
A olhar para ti
Dançar e sorrir
E a ouvir-te
Cantar e rir
Deixa-me tornar-me
Na sombra da tua sombra
Na sombra da tua mão
Na sombra do teu cão
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Escolhi esta versão porque é a minha versão favorita, e existe no youtube com melhor qualidade mas é impossível de partilhar (podem ver esta versão com muito melhor qualidade aqui)
Não me deixes
Temos de esquecer
Tudo pode se esquecer
Que nos foge já
Esquecer o tempo
Dos desencontros
E o tempo perdido
A saber como
Esquecer estas horas
Que matavam por vezes
Com golpes de porquê
O coração da felicidade
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Oferecer-te ei
Pérolas de chuva
Vindas de países
Onde não chove
Escavarei a terra
Até depois da minha morte
Para cobrir o teu corpo
De ouro e de luz
Conquistarei um país
Onde o amor será rei
Onde o amor será lei
Onde tu serás rainha
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Inventar-te ei
Palavras sem sentido
Que tu compreendarás
Falar-te ei
Desses amantes
Que viram duas vezes
Os seus corações arderem
Contar-te ei
A história desse rei
Morto de não ter conseguido
Encontrar-se contigo
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Vimos muitas vezes
Reacender a chama
Dum antigo vulcão
Que pensavamos velho
Existe pelo que dizem
Terras queimadas
Dando mais trigo
Que o melhor abril
E quando vem a noite
Para que o céu flameja
O vermelho e o preto
Não se casam eles?
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Já não vou chorar
Já não vou falar
Esconder-me ei aqui
A olhar para ti
Dançar e sorrir
E a ouvir-te
Cantar e rir
Deixa-me tornar-me
Na sombra da tua sombra
Na sombra da tua mão
Na sombra do teu cão
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
Não me deixes
sexta-feira, agosto 01, 2008
Dis quand reviendras-tu?
Já que ando desaparecido e a Barbara é das minhas cantoras favoritas, aqui está mais uma pequena canção escrita por ela em 62 (se não estou em erro) assim como uma pequena tradução, e que se adequa bastante bem ao momento. (até a dedicava a alguém, mas neste caso a pessoa não voltou... e no caso dele a pessoa vai volta por isso não o vou fazer heheh estas "não dedicatórias" têm de acabar haha)
Há já estes tantos dias, há já estas tantas noites
Há já este tempo todo que tu fostes embora
Disseste-me esta vez, é a ultima viagem
Para os nossos corações rasgados, é a ultima naufragem,
Na primavera, vais ver, vou voltar,
A primavera, é bonita para falarmos de amor,
Iremos ver juntos os jardins floridos,
E passearemos pelas ruas de Paris.
Diz, quando regressarás,
Diz, ao menos sabes,
Que todo o tempo que passa,
Não volta,
Que todo o tempo perdido
Não volta nunca,
A primavera fugiu há já muito tempo,
Estalam as folhas mortas, ardem os fogos de lenha,
Vejo Paris tão bonita neste fim de Outono,
De repente espreguiço-me, sonho, tremo,
Eu balouço, vou a deriva, e repito,
Eu vou, venho, viro-me, volto, e me arrasto,
A tua imagem assombra-me, falo-te baixinho,
Tenho saudades do amor, e tenho saudades tuas.
Diz, quando regressarás,
Diz, ao menos sabes,
Que todo o tempo que passa,
Não volta,
Que todo o tempo perdido
Não volta nunca,
Mesmo que te ame ainda, mesmo que te ame sempre,
Mesmo se te amo só a ti, mesmo se te amo de amor,
Se não compreendes que tens de voltar,
Farei de nós dois, as nossas mais belas lembranças,
Farei-me à estrada, o mundo me espanta,
Irei-me aquecer noutro Sol,
Não sou daquelas que morrem de tristeza,
Não tenho as virtudes das mulheres de marinheiros.
Diz, quando regressarás,
Diz, ao menos sabes,
Que todo o tempo que passa,
Não volta,
Que todo o tempo perdido
Não volta nunca.
Há já estes tantos dias, há já estas tantas noites
Há já este tempo todo que tu fostes embora
Disseste-me esta vez, é a ultima viagem
Para os nossos corações rasgados, é a ultima naufragem,
Na primavera, vais ver, vou voltar,
A primavera, é bonita para falarmos de amor,
Iremos ver juntos os jardins floridos,
E passearemos pelas ruas de Paris.
Diz, quando regressarás,
Diz, ao menos sabes,
Que todo o tempo que passa,
Não volta,
Que todo o tempo perdido
Não volta nunca,
A primavera fugiu há já muito tempo,
Estalam as folhas mortas, ardem os fogos de lenha,
Vejo Paris tão bonita neste fim de Outono,
De repente espreguiço-me, sonho, tremo,
Eu balouço, vou a deriva, e repito,
Eu vou, venho, viro-me, volto, e me arrasto,
A tua imagem assombra-me, falo-te baixinho,
Tenho saudades do amor, e tenho saudades tuas.
Diz, quando regressarás,
Diz, ao menos sabes,
Que todo o tempo que passa,
Não volta,
Que todo o tempo perdido
Não volta nunca,
Mesmo que te ame ainda, mesmo que te ame sempre,
Mesmo se te amo só a ti, mesmo se te amo de amor,
Se não compreendes que tens de voltar,
Farei de nós dois, as nossas mais belas lembranças,
Farei-me à estrada, o mundo me espanta,
Irei-me aquecer noutro Sol,
Não sou daquelas que morrem de tristeza,
Não tenho as virtudes das mulheres de marinheiros.
Diz, quando regressarás,
Diz, ao menos sabes,
Que todo o tempo que passa,
Não volta,
Que todo o tempo perdido
Não volta nunca.
domingo, julho 13, 2008
mais Barbara...
É a terceira musica de Barbara que ponho neste blog, e para esta musica vou traduzir a letra, é arrepiante, o J não gosta nada desta musica pelo seu tema e pela própria melodia. É uma canção muito interessante na minha opinião...
Lembrei me desta musica depois do post do SP :D mas não lhe é dedicada, porque esta musica é melhor não a dedicar a ninguém!
Infelizmente a Barbara já não tinha a voz toda neste concerto, e a imagem está bastante má mas já foi sorte encontrar alguma coisa...
Quem é este mulher que anda nas ruas?
Onde vaí ela?
Na noite nevoeiro onde sopra um inverno gelado,
Que faz ela?
Escondida por um grande xaile de seda
Mal vemos o forma do seu rosto,
A cidade é um deserto branco
Que ela atravessa como uma sombra
Irreal.
Quem é esta mulher que anda nas ruas?
Quem é ela?
A que encontro romantico misterioso
Vai ela?
Acabou de entrar por uma porta
E, devagar, sobe as escadas.
Onde vai ela?
Uma porta, abriu-se.
Ela entrou sem bater
À sua frente.
Sobre um grande cama, um homem está deitado
Ele diz-lhe: "Esperava por ti,
minha cruel."
No quarto onde nada se move,
Elle puxou as cortinas.
Sobre uma almofada de seda vermelha,
Ela pousou o seu casaco
E, linda como uma noiva,
Na seu comprido vestido branco
De renda,
Ela debroçou sobre ele, que parecia maravilhado.
Que diz ela?
Ela voltou a descer as escadas, e volta para as ruas.
Para onde vaí esta mulher, vestida de renda?
Quem é esta mulher?
Ela é bela.
É a ultima noiva,
Aquela que vem sem que a chamamos,
A fiel.
É a esposa da ultima hora,
Aquela que vem quando choramos,
A cruel.
É a morte, a morte que anda nas ruas.
Desconfia.
Fecha bem as janelas,
Que nunca, ela entre em tua casa.
Essa mulher, é a morte
A morte, a morte, a morte...
Lembrei me desta musica depois do post do SP :D mas não lhe é dedicada, porque esta musica é melhor não a dedicar a ninguém!
Infelizmente a Barbara já não tinha a voz toda neste concerto, e a imagem está bastante má mas já foi sorte encontrar alguma coisa...
Quem é este mulher que anda nas ruas?
Onde vaí ela?
Na noite nevoeiro onde sopra um inverno gelado,
Que faz ela?
Escondida por um grande xaile de seda
Mal vemos o forma do seu rosto,
A cidade é um deserto branco
Que ela atravessa como uma sombra
Irreal.
Quem é esta mulher que anda nas ruas?
Quem é ela?
A que encontro romantico misterioso
Vai ela?
Acabou de entrar por uma porta
E, devagar, sobe as escadas.
Onde vai ela?
Uma porta, abriu-se.
Ela entrou sem bater
À sua frente.
Sobre um grande cama, um homem está deitado
Ele diz-lhe: "Esperava por ti,
minha cruel."
No quarto onde nada se move,
Elle puxou as cortinas.
Sobre uma almofada de seda vermelha,
Ela pousou o seu casaco
E, linda como uma noiva,
Na seu comprido vestido branco
De renda,
Ela debroçou sobre ele, que parecia maravilhado.
Que diz ela?
Ela voltou a descer as escadas, e volta para as ruas.
Para onde vaí esta mulher, vestida de renda?
Quem é esta mulher?
Ela é bela.
É a ultima noiva,
Aquela que vem sem que a chamamos,
A fiel.
É a esposa da ultima hora,
Aquela que vem quando choramos,
A cruel.
É a morte, a morte que anda nas ruas.
Desconfia.
Fecha bem as janelas,
Que nunca, ela entre em tua casa.
Essa mulher, é a morte
A morte, a morte, a morte...
sexta-feira, julho 11, 2008
Je voulais te dire que je t' attends - Michel Jonasz
Queria encontrar uma versão desta musica de 1976 que lhe fizesse justiça mas a unica versão cantada pelo cantor original que encontrei foi esta, e simplesmente odeio a versão que saiu em 2003 cantada por um miudo e à qual falta toda a emoção e até sofrimento do original, a versão dos "enfoiré" de 2001 também é gira (cantada por Isabelle Boulay, Maurane e Patrick Bruel) mas também não encontrei.
O video só tem uma imagem parada, e a qualidade não é das melhores, mas sempre podem seguir a tradução que fiz, a letra é muito gira...
Queria dizer-te que espero por ti
Meterei o meu coração em papel prata,
O meu número de telefone nos ausentes
As minhas canções de amor ficarão aí no meu piano.
Deitarei a chave do piano à água.
Irei ver os vendedores das feiras.
"Vendam o meu coração três francos e cinquenta."
Sabias ouvir tão bem
Que a minha vida acabou
Quando me deixastes.
Queria dizer-te que espero por ti
E pouco importa se perco o meu tempo.
Espero por ti, espero por ti sempre
Sem perder a esperança.
Como alguém que já não tem ninguém
Se deixa dormir perto do seu telefone,
E sorri quando o acordam
Mas era só o sol.
No outro dia, vi alguém parecido contigo
E a rua era como uma foto que treme.
Se és tu que passas no dia em que estou a passear,
Se és mesmo tu, estou a ver a cena...
Eu, olho para ti
e tu olhas para mim
Queria dizer-te que espero por ti
E pouco importa se perco o meu tempo.
Espero por ti, espero por ti sempre
Esta noite, amanhã, qualquer dia.
Como alguém que já não tem ninguém
Se deixa dormir perto do seu telefone
E que te procura ao acordar,
Só, ao sol, espero por ti.
Queria dizer-te que espero por ti.
Se tu soubesses como espero por ti!
Espero por ti, espero por ti sempre.
Quando é que esterás aqui? espero por ti.
Queria dizer-te que espero por ti.
Se soubesses como espero por ti!
Espero por ti, espero por ti sempre.
Queria dizer-te que espero por ti.
O video só tem uma imagem parada, e a qualidade não é das melhores, mas sempre podem seguir a tradução que fiz, a letra é muito gira...
Queria dizer-te que espero por ti
Meterei o meu coração em papel prata,
O meu número de telefone nos ausentes
As minhas canções de amor ficarão aí no meu piano.
Deitarei a chave do piano à água.
Irei ver os vendedores das feiras.
"Vendam o meu coração três francos e cinquenta."
Sabias ouvir tão bem
Que a minha vida acabou
Quando me deixastes.
Queria dizer-te que espero por ti
E pouco importa se perco o meu tempo.
Espero por ti, espero por ti sempre
Sem perder a esperança.
Como alguém que já não tem ninguém
Se deixa dormir perto do seu telefone,
E sorri quando o acordam
Mas era só o sol.
No outro dia, vi alguém parecido contigo
E a rua era como uma foto que treme.
Se és tu que passas no dia em que estou a passear,
Se és mesmo tu, estou a ver a cena...
Eu, olho para ti
e tu olhas para mim
Queria dizer-te que espero por ti
E pouco importa se perco o meu tempo.
Espero por ti, espero por ti sempre
Esta noite, amanhã, qualquer dia.
Como alguém que já não tem ninguém
Se deixa dormir perto do seu telefone
E que te procura ao acordar,
Só, ao sol, espero por ti.
Queria dizer-te que espero por ti.
Se tu soubesses como espero por ti!
Espero por ti, espero por ti sempre.
Quando é que esterás aqui? espero por ti.
Queria dizer-te que espero por ti.
Se soubesses como espero por ti!
Espero por ti, espero por ti sempre.
Queria dizer-te que espero por ti.
quinta-feira, junho 19, 2008
Le toi du moi - O tu do eu
Esta musica, não é de longe tão antiga como o que costumo por aqui em termos de musica francesa, tendo apenas alguns anos.
Gosto muito desta musica, e aliás gosto bastante da mulher do Presidente Francês, a senhora ex-modelo, Carla Bruni tem uma voz que não me deixa indiferente, e as musicas que tem no seu primeiro album são muito giras. (na minha humilde opinião)
Esta vai ser dedicada aos felizes juntos por razões obvias.(e vai ser um trabalhão traduzir isto, mesmo se sei que não é necessário para vocês hahah e obrigado por teres telefonado Paulo, fiquei muito contente por te ouvir)
Sou a cara (cara/coroa)
Da tua coroa
Eu o teu umbigo
e tu o meu espelho
És a vontade e eu o gesto
És o limão e eu a casca
Eu sou o chá, tu és a chavena
Eu a guitarra e tu o baixo
Eu sou a chuva e tu as minhas pingas
Tu és o sim e eu a duvida
És o ramo eu sou as flores
Tu és a aorta e eu o coração
És o instante e eu a felicidade
És o copo e eu o vinho
És a erva e eu a passa
Tu és o vento e eu a tempestade
És a raquete e eu a bola
És o brinquedo e eu a criança
És o velhote e eu o tempo
Eu sou a iris e tu a pupila
Eu sou a especiaria e tua a papila
És a agua que vem e eu à boca
És a aurora e eu o céu que se põe
Tu és o o licor e eu a embriaguez
És a mentira e eu a promessa
És o leopardo e eu a velocidade
Tu és a mão eu a caricia
Eu sou o inferno da tua pecadora
Tu és o céu e eu a terra, hum
Sou a orelha da tua musica
Sou o sol dos teus tropicos
Sou o tabaco do teu cachimbo
És o prazer e eu a culpa
Tu és a gama e eu a nota
Tu és a chama e eu o fosforo
És o calor e eu a preguiça
És o torpor e eu o sono
És a frescura e eu a chuva
És as nadegas e eu a cadeira
Tu és o bemol e eu sou o diese
És o bucha do meu estica
És o prazer do meu suspiro
És o bigode do meu Trotski
És a vibração do meu riso
Tu és o canto da minha sereia
Tu és o sangue e eu a veia
És o nunca do meu sempre
És o meu amor, és o meu amor
Sou a cara (cara/coroa)
Da tua coroa
Eu o teu umbigo
e tu o meu espelho
És a vontade e eu o gesto
És o limão e eu a casca
Eu sou o chá, tu és a chavena
Tu a puta e eu o dinheiro
Sou a campa e tu o epitafio
e tu o texto, eu o paragrafo
És o lapso e eu o erro
Tu a elegância, e eu a graça
Tu és o efeito e eu a causa
És o divã, eu a nevrose
És o espinho, eu a rosa
Tu és a tristeza, eu o poeta
Tu és a bela e eu a besta
Tu és o corpo e eu a cabeça
És o corpo, hummm!
És o sério eu a despreocupação
Tu o policia eu a balança
Tu a caça eu a forca
Tu o aborrecimento e eu a transe
Tu o muito pouco eu o muito
Eu o sábio e tu o louco
És relampago e eu a trovoada
Tu és a palha e eu a viga
Tu és o isto do meu aquilo
Tu és Charybde e eu Scylla
Tu és a mãe e eu o suave
Tu és o vazio e eu o todo
Tu és o canto da minha sereia
Tu és o sangue e eu a veia
És o nunca do meu sempre
És o meu amor
És o meu amor
(algumas coisas não são bem alterações mas mudanças, simplesmente porque há muitas expressões que não têm tradução, como em todas as linguas)
Gosto muito desta musica, e aliás gosto bastante da mulher do Presidente Francês, a senhora ex-modelo, Carla Bruni tem uma voz que não me deixa indiferente, e as musicas que tem no seu primeiro album são muito giras. (na minha humilde opinião)
Esta vai ser dedicada aos felizes juntos por razões obvias.(e vai ser um trabalhão traduzir isto, mesmo se sei que não é necessário para vocês hahah e obrigado por teres telefonado Paulo, fiquei muito contente por te ouvir)
Sou a cara (cara/coroa)
Da tua coroa
Eu o teu umbigo
e tu o meu espelho
És a vontade e eu o gesto
És o limão e eu a casca
Eu sou o chá, tu és a chavena
Eu a guitarra e tu o baixo
Eu sou a chuva e tu as minhas pingas
Tu és o sim e eu a duvida
És o ramo eu sou as flores
Tu és a aorta e eu o coração
És o instante e eu a felicidade
És o copo e eu o vinho
És a erva e eu a passa
Tu és o vento e eu a tempestade
És a raquete e eu a bola
És o brinquedo e eu a criança
És o velhote e eu o tempo
Eu sou a iris e tu a pupila
Eu sou a especiaria e tua a papila
És a agua que vem e eu à boca
És a aurora e eu o céu que se põe
Tu és o o licor e eu a embriaguez
És a mentira e eu a promessa
És o leopardo e eu a velocidade
Tu és a mão eu a caricia
Eu sou o inferno da tua pecadora
Tu és o céu e eu a terra, hum
Sou a orelha da tua musica
Sou o sol dos teus tropicos
Sou o tabaco do teu cachimbo
És o prazer e eu a culpa
Tu és a gama e eu a nota
Tu és a chama e eu o fosforo
És o calor e eu a preguiça
És o torpor e eu o sono
És a frescura e eu a chuva
És as nadegas e eu a cadeira
Tu és o bemol e eu sou o diese
És o bucha do meu estica
És o prazer do meu suspiro
És o bigode do meu Trotski
És a vibração do meu riso
Tu és o canto da minha sereia
Tu és o sangue e eu a veia
És o nunca do meu sempre
És o meu amor, és o meu amor
Sou a cara (cara/coroa)
Da tua coroa
Eu o teu umbigo
e tu o meu espelho
És a vontade e eu o gesto
És o limão e eu a casca
Eu sou o chá, tu és a chavena
Tu a puta e eu o dinheiro
Sou a campa e tu o epitafio
e tu o texto, eu o paragrafo
És o lapso e eu o erro
Tu a elegância, e eu a graça
Tu és o efeito e eu a causa
És o divã, eu a nevrose
És o espinho, eu a rosa
Tu és a tristeza, eu o poeta
Tu és a bela e eu a besta
Tu és o corpo e eu a cabeça
És o corpo, hummm!
És o sério eu a despreocupação
Tu o policia eu a balança
Tu a caça eu a forca
Tu o aborrecimento e eu a transe
Tu o muito pouco eu o muito
Eu o sábio e tu o louco
És relampago e eu a trovoada
Tu és a palha e eu a viga
Tu és o isto do meu aquilo
Tu és Charybde e eu Scylla
Tu és a mãe e eu o suave
Tu és o vazio e eu o todo
Tu és o canto da minha sereia
Tu és o sangue e eu a veia
És o nunca do meu sempre
És o meu amor
És o meu amor
(algumas coisas não são bem alterações mas mudanças, simplesmente porque há muitas expressões que não têm tradução, como em todas as linguas)
quarta-feira, junho 18, 2008
Daniel Balavoine - s.o.s d'un terrien en dértresse
Ando muito musical, e há tantas musicas de que me lembro e me apetece por aqui, não sei se para vocês é um seca, ou assim, mas para mim é um prazer voltar a ouvi-las e até traduzi-las.
Esta musica também é do espectaculo "Starmania", acho que se passa de comentários.
S.O.S de um humano em apuros (escolhi humano porque fica melhor que terrestre :D)
Porquê que vivo
Porquê que morro
Porquê que rio
Porquê que choro
Aqui está o S.O.S
de um humano em apuros
Nunca tive os pés assentes na terra
Preferia ser um passaro
Sinto-me mal na minha pele
Gostaria de ver o mundo ao contrário
E se fosse mais belo?
Mais belo visto de cima...
de cima
Sempre confundi a vida
Com as bandas desenhas
Tenho como vontade de metamorfoses
E sinto qualquer coisa
Que me atrai
Que me atrai
Que me atrai
Para cima
Na lotaria do Universo
Não tirei o bom número
Sinto-me mal na minha pele
Não quero ser um robô
metro, emprego, dormir
Porquê que vivo
Porquê que morro
Porquê que rio
Porquê que choro
Acho que estou a captar ondas
vindas de outro mundo
Nunca tive os pés assentes na terra
Preferia ser um passaro
Sinto-me mal na minha pele
Gostaria de ver o mundo ao contrário
Preferia ser um passaro
Dódó criança dorme
Esta musica também é do espectaculo "Starmania", acho que se passa de comentários.
S.O.S de um humano em apuros (escolhi humano porque fica melhor que terrestre :D)
Porquê que vivo
Porquê que morro
Porquê que rio
Porquê que choro
Aqui está o S.O.S
de um humano em apuros
Nunca tive os pés assentes na terra
Preferia ser um passaro
Sinto-me mal na minha pele
Gostaria de ver o mundo ao contrário
E se fosse mais belo?
Mais belo visto de cima...
de cima
Sempre confundi a vida
Com as bandas desenhas
Tenho como vontade de metamorfoses
E sinto qualquer coisa
Que me atrai
Que me atrai
Que me atrai
Para cima
Na lotaria do Universo
Não tirei o bom número
Sinto-me mal na minha pele
Não quero ser um robô
metro, emprego, dormir
Porquê que vivo
Porquê que morro
Porquê que rio
Porquê que choro
Acho que estou a captar ondas
vindas de outro mundo
Nunca tive os pés assentes na terra
Preferia ser um passaro
Sinto-me mal na minha pele
Gostaria de ver o mundo ao contrário
Preferia ser um passaro
Dódó criança dorme
Paris s' éveille - Paris acorda
Voltei aqui com mais uns minutos de musica, outra musica de que não me canso de ouvir, tão alegre e cheia de energia, optima para acordar :D, Jacques Dutronc no seu melhor! (desculpem a qualidade do video, mas é a minha versão favorita e não encontrei com melhor qualidade ;) )
Esta musica é dedicada ao Pinguim, para o animar um bocadinho, já que tem sempre uma palavra amiga para toda a gente, e nunca se esquece de nos vir visitar (a todos os blogueiros), e já que gosta de musica francesa, espero que tenha o efeito desejado e que gostes da musica :D
Tradução made by TUSB (com pena não consigo manter as rimas e trocadilhos do original)
Paris acorda
Sou o delfim da praça delfina
E a praça branca tem mau aspecto
Os camiões estão cheios de leite
Os que limpam as ruas cheios de vassoras
São 5 horas, Paris acorda, Paris acorda
Os travestis vão fazer a barba
As "bailarinas" vão se revestir
As almofadas estão esmagadas
Os namorados estão cansados
São 5 horas, Paris acorda, Paris acorda
O café está nas chavenas
Os cafés limpam os seus vidros
E sobre a avenida Montparnasse
A garagem não é mais que uma carcassa
São 5 horas, Paris acorda, Paris acorda
Os transportes nocturnos estão nas garagens
Na cidadezinha cortam a banha
"Paris by night" volta a ter "cars"
Os padeiros fazem cacetes
São 5 horas, Paris acorda, Paris acorda
A Torre Eiffel tem frio nos pés
O arco de triunfo está ranimado
E o obelisco está bem erguido
entre a noite e o dia
São 5 horas, Paris acorda, Paris acorda
Os jornais são impressos
Os obreiros estão deprimidos
As pessoas levantam-se estão chateadas
É hora de me ir deitar
São 5 horas, Paris levanta-se
São 5 horas, não tenho sono
Esta musica é dedicada ao Pinguim, para o animar um bocadinho, já que tem sempre uma palavra amiga para toda a gente, e nunca se esquece de nos vir visitar (a todos os blogueiros), e já que gosta de musica francesa, espero que tenha o efeito desejado e que gostes da musica :D
Tradução made by TUSB (com pena não consigo manter as rimas e trocadilhos do original)
Paris acorda
Sou o delfim da praça delfina
E a praça branca tem mau aspecto
Os camiões estão cheios de leite
Os que limpam as ruas cheios de vassoras
São 5 horas, Paris acorda, Paris acorda
Os travestis vão fazer a barba
As "bailarinas" vão se revestir
As almofadas estão esmagadas
Os namorados estão cansados
São 5 horas, Paris acorda, Paris acorda
O café está nas chavenas
Os cafés limpam os seus vidros
E sobre a avenida Montparnasse
A garagem não é mais que uma carcassa
São 5 horas, Paris acorda, Paris acorda
Os transportes nocturnos estão nas garagens
Na cidadezinha cortam a banha
"Paris by night" volta a ter "cars"
Os padeiros fazem cacetes
São 5 horas, Paris acorda, Paris acorda
A Torre Eiffel tem frio nos pés
O arco de triunfo está ranimado
E o obelisco está bem erguido
entre a noite e o dia
São 5 horas, Paris acorda, Paris acorda
Os jornais são impressos
Os obreiros estão deprimidos
As pessoas levantam-se estão chateadas
É hora de me ir deitar
São 5 horas, Paris levanta-se
São 5 horas, não tenho sono
sábado, junho 14, 2008
la différence - a diferença
Vão dizer que falto de imaginação e é só musicas atrás de musicas, mas pronto, tem de ser hahaha
Vai aqui uma musica de uma artista de que não sou nada fã, mas não posso tirar mérito a esta musica, por razões obvias e é só ouvir a Lara Fabian neste dueto com Patrick Fiori, e ver esta letra que dá para perceber que mesmo que não se goste de um ou outro artista, há certas musicas que mesmo assim não nos deixam frios, e para mim o final da musica diz tudo hehe
A diferença (tradução made in TUSB :D )
A diferença
Aquela que incomoda
Uma preferencia, um estado de alma, uma circunstância
Um corpo a corpo
Em desacordo
Com as pessoas de bem, os costumes primeiro
As suas peles nunca estranharão as diferenças
Elas são iguais
Se tocam como estes dois homens que dançam
Sem nunca falar
Sem nunca gritar
Eles amam-se em silêncio
Sem nunca mentir, nem virar as costas
Eles fazem se confiança
Se soubessem como se cagam para as injurias
Eles preferem o amor, sobretudo o verdadeiro
Aos nossos murmurios
Eles falam muitas vezes
Das outras pessoas
Que se amam tanto
Que se amam como dizemos "normalmente"
Desta criança
Tão ausente
Deste mal do sangue que corre
e mata tão livremente
Os seus olhos nunca se afastarão por negligência
Eles reconhecem-se, domesticam-se
commo estas duas mulheres que dançam
Sem nunca falar
Sem nunca gritar
Elas amam-se em silêncio
Sem nunca mentir, nem virar as costas
Elas fazem-se confiança
Se soubessem como se cagam para as injurias
Elas preferem o amor, sobretudo o verdadeiro
Aos nossos murmurios
De Verlaine a Rimbaud quando pensamos nisso
Toleramos a excepcional diferença
Sem nunca falar
Sem nunca gritar
Eles amam-se em silêncio
Sem nunca mentir, nem virar as costas
Eles fazem-se confiança
Se soubessem como se cagam para as injurias
Eles preferem o amor, sobretudo o verdadeiro
Aos nossos murmurios
A diferença
pensando melhor
mas qual diferença?
Vai aqui uma musica de uma artista de que não sou nada fã, mas não posso tirar mérito a esta musica, por razões obvias e é só ouvir a Lara Fabian neste dueto com Patrick Fiori, e ver esta letra que dá para perceber que mesmo que não se goste de um ou outro artista, há certas musicas que mesmo assim não nos deixam frios, e para mim o final da musica diz tudo hehe
A diferença (tradução made in TUSB :D )
A diferença
Aquela que incomoda
Uma preferencia, um estado de alma, uma circunstância
Um corpo a corpo
Em desacordo
Com as pessoas de bem, os costumes primeiro
As suas peles nunca estranharão as diferenças
Elas são iguais
Se tocam como estes dois homens que dançam
Sem nunca falar
Sem nunca gritar
Eles amam-se em silêncio
Sem nunca mentir, nem virar as costas
Eles fazem se confiança
Se soubessem como se cagam para as injurias
Eles preferem o amor, sobretudo o verdadeiro
Aos nossos murmurios
Eles falam muitas vezes
Das outras pessoas
Que se amam tanto
Que se amam como dizemos "normalmente"
Desta criança
Tão ausente
Deste mal do sangue que corre
e mata tão livremente
Os seus olhos nunca se afastarão por negligência
Eles reconhecem-se, domesticam-se
commo estas duas mulheres que dançam
Sem nunca falar
Sem nunca gritar
Elas amam-se em silêncio
Sem nunca mentir, nem virar as costas
Elas fazem-se confiança
Se soubessem como se cagam para as injurias
Elas preferem o amor, sobretudo o verdadeiro
Aos nossos murmurios
De Verlaine a Rimbaud quando pensamos nisso
Toleramos a excepcional diferença
Sem nunca falar
Sem nunca gritar
Eles amam-se em silêncio
Sem nunca mentir, nem virar as costas
Eles fazem-se confiança
Se soubessem como se cagam para as injurias
Eles preferem o amor, sobretudo o verdadeiro
Aos nossos murmurios
A diferença
pensando melhor
mas qual diferença?
quarta-feira, junho 11, 2008
Un homme heureux - um homem feliz
Cá está uma musica de qual prefiro a versão cantada por Renaud com o Patrick Bruel do que a original cantada por William Sheller... (se tiverem curiosidade original) enfim gostos, para mim é das melhores letras que alguma vez vi numa musica, inesquecível.
mal e porcamente traduzida pelo vosso escravo usual, sim mal e porcamento porque a letra ficou diferente... não consegui captar o que queria.... e "as pessoas" feminino não fica muito bem para aqui...
Um homem feliz
Porquê que as pessoas que se amam
São sempre um pouco as mesmas?
Têm, quando passam por nós,
O mesmo olhar dum só desejo por dois
São pessoas felizes
Porquê que as pessoas que se amam
São sempre um pouco as mesmas?
Quando têm os seus problemas
Não há nada a dizer e nada a fazer por elas
São pessoas que se amam
E eu mal te conheço
Mas seria uma sorte
Se partissemos um pouco como elas
Podiamos fazer sem vergonha
Espaço para dois
Mas se não vale a pena
Voltar a falar disso
Tens de me o dizer na cara.
Pelo pouco tempo que dure
A qualquer custo
Quero ser um homem feliz
Porquê que as pessoas que se amam
São sempre um pouco rebeldes
Têm um mundo só delas
Que em nada as obriga a serem iguais
aquelas, que nos dão como modelo
Porquê que as pessoas que se amam
São sempre um pouco cruéis
Quando nos falam delas
A qualquer coisa que vos afasta um bocado
São coisas humanas
E eu mal te conheço
Mas seria uma sorte
Se partissemos um pouco como elas
Podiamos fazer sem vergonha
Espaço para dois
Mas se não vale a pena
Voltar a falar disso
Tens de me o dizer na cara.
Pelo pouco tempo que dure
A qualquer custo
Quero ser um homem feliz
Quero ser um homem feliz
domingo, junho 08, 2008
Starmania - Monopolis
Uma das minhas musicas francesas favoritas vem do espectáculo Starmania que tem aparecido de 10 em 10 anos numa nova incarnação... Aqui está uma musica de 1978, cantada por Daniel Balavoine et Fabienne Thiebault, que fala de uma cidade moderna chamada Monopolis, a musica está longe de desactualizada, e acho uma letra espantosa, sem dizer nada de mal, instaura em nós tamanha tristesa... (enfin, falo por mim claro :D )
Monopolis (tradução made in TUSB)
De Nova Iorque a Tóquio,
Tudo está igual
Apanhamos os mesmos metros
Para os mesmos arredores
Todos em fila
Os néons da noite
Substituem o sol
E em todas as rádio
Ouve se a mesma musica
O dia é cinzento, a noite é azul
Nas cidades do ano 2000
A vida será muito mais facil
Teremos todos um numero nas costas
e uma estrela sobre a pele
Seguiremos alegremente o rebanho
Nas cidades, do ano 2000
Mirabelle ou Roissi
Tudo está igual
A volta da Terra
Apanhamos os mesmos aviões
Para ir onde o céu é azul
Quando já não soubermos
onde encontrar o sol
Então iremos até Marte ou Jupiter
Todos em fila
Nas cidades do ano 2000
A vida será muito mais facil
Teremos todos um numero nas costas
e uma estrela sobre a pele
Seguiremos alegremente o rebanho
Nas cidades, do ano 2000
Monopolis
Já não haverá estrangeiros
Seremos todos estrangeiros
Nas ruas de Monopolis
Andaremos de mãos dádas?
Como em 1980?
No meio de Monopolis
Quando os nossos filhos terão 20 anos
Nós seremos de outro tempo
Do tempo de antes de Monopolis
Vejo me sentado sobre um banco
Só, no meio de Monopolis.
Monopolis (tradução made in TUSB)
De Nova Iorque a Tóquio,
Tudo está igual
Apanhamos os mesmos metros
Para os mesmos arredores
Todos em fila
Os néons da noite
Substituem o sol
E em todas as rádio
Ouve se a mesma musica
O dia é cinzento, a noite é azul
Nas cidades do ano 2000
A vida será muito mais facil
Teremos todos um numero nas costas
e uma estrela sobre a pele
Seguiremos alegremente o rebanho
Nas cidades, do ano 2000
Mirabelle ou Roissi
Tudo está igual
A volta da Terra
Apanhamos os mesmos aviões
Para ir onde o céu é azul
Quando já não soubermos
onde encontrar o sol
Então iremos até Marte ou Jupiter
Todos em fila
Nas cidades do ano 2000
A vida será muito mais facil
Teremos todos um numero nas costas
e uma estrela sobre a pele
Seguiremos alegremente o rebanho
Nas cidades, do ano 2000
Monopolis
Já não haverá estrangeiros
Seremos todos estrangeiros
Nas ruas de Monopolis
Andaremos de mãos dádas?
Como em 1980?
No meio de Monopolis
Quando os nossos filhos terão 20 anos
Nós seremos de outro tempo
Do tempo de antes de Monopolis
Vejo me sentado sobre um banco
Só, no meio de Monopolis.
terça-feira, junho 03, 2008
Comme ils disent! Como dizem!
Vou fazer um pequeno intervalo dos filmes com esta musica do Charles Aznavour, era impossivel ter este blogue, falar de musica francêsa e homosexualidade sem referir esta musica (não sou um grande fã da caracterização fisica que faz quando canta esta musica mas vou fazer um desconto, e são poucos os que têm direito a descontos por estas bandas haha).
Cá vai mais uma tradução, pensando nos milhares de leitores assiduos não francofonos que percorem esta página diáriamente (sou tão exagerado lol)
Como dizem
Moro só com a minha mãe
Num muito velho apartamento
Rua Sarasate
Tenho um tartaruga dois canários
e uma gata
Para deixar a mamã descansar
Muitas vezes vou ao mercado
E cozinho
Arrumo, lavo e seco
Por vezes coso também
A máquina
O trabalho não me assusta
Sou um pouco decorador
Um pouco estilista
Mas o meu verdadeiro trabalho é á noite
Que o pratico vestido de travesti
Sou artista
Tenho um numero muito especial
Que acaba em nu, integral
Depois de strip-tease
E na sala vejo que
Os machos não acreditam
Eu sou um homem, oh (Je suis un homme, oh. trocadilho de "homme, oh" com "homo")
Como dizem...
Perto das três da manhã
Vamos comer entre amigos
De ambos os sexos
Num bar qualquer
E lá falamos sem vergonha
e sem complexos
Despejamos verdades
Sobre pessoas de que estamos fartos
lapidamos-os
Mas fazemos isso com humor
Enrolados em ironias
Molhadas de acido
Encontramos atrasado mentais
Que para se armarem
Andam bebados
Dizem o que pensam de nós
E fazem figuras, os pobre estupidos,
ridiculas
Mexem-se muito e falam forte
Armam se em divas, em tenores
da idiotice
A mim, os trocadilhos e as injurias
Deixam me frio, porque é verdade
Sou um homem, oh (homo)
Como dizem...
Á hora em que nasce o dia
Regresso ao meu lote
de solidão
Tiro as minhas pestanas e cabelo
Como um pobre palhaço triste
de cansaço
Deito-me mas não consigo dormir
Penso nos meus amores sem alegria
Tão irrisórios
Penso nesse rapaz belo como um deus
Que sem fazer nada meteu fogo
Á minha memória
A minha boca nunca conseguirá
Lhe admitir o meu doce segredo
O meu tenro drama
Porque o objecto do meu suplicio
Passa a maior parte do seu tempo
Na cama com mulheres
Ninguém tem direito
De me culpar, de me julgar
E eu especifico
Que foi a natureza que
é responsavel se
Sou um homem, oh (homo)
Como dizem...
(tentei ser fiel ao texto mesmo se algumas partes tiveram de ser mesmo modificadas)
Cá vai mais uma tradução, pensando nos milhares de leitores assiduos não francofonos que percorem esta página diáriamente (sou tão exagerado lol)
Como dizem
Moro só com a minha mãe
Num muito velho apartamento
Rua Sarasate
Tenho um tartaruga dois canários
e uma gata
Para deixar a mamã descansar
Muitas vezes vou ao mercado
E cozinho
Arrumo, lavo e seco
Por vezes coso também
A máquina
O trabalho não me assusta
Sou um pouco decorador
Um pouco estilista
Mas o meu verdadeiro trabalho é á noite
Que o pratico vestido de travesti
Sou artista
Tenho um numero muito especial
Que acaba em nu, integral
Depois de strip-tease
E na sala vejo que
Os machos não acreditam
Eu sou um homem, oh (Je suis un homme, oh. trocadilho de "homme, oh" com "homo")
Como dizem...
Perto das três da manhã
Vamos comer entre amigos
De ambos os sexos
Num bar qualquer
E lá falamos sem vergonha
e sem complexos
Despejamos verdades
Sobre pessoas de que estamos fartos
lapidamos-os
Mas fazemos isso com humor
Enrolados em ironias
Molhadas de acido
Encontramos atrasado mentais
Que para se armarem
Andam bebados
Dizem o que pensam de nós
E fazem figuras, os pobre estupidos,
ridiculas
Mexem-se muito e falam forte
Armam se em divas, em tenores
da idiotice
A mim, os trocadilhos e as injurias
Deixam me frio, porque é verdade
Sou um homem, oh (homo)
Como dizem...
Á hora em que nasce o dia
Regresso ao meu lote
de solidão
Tiro as minhas pestanas e cabelo
Como um pobre palhaço triste
de cansaço
Deito-me mas não consigo dormir
Penso nos meus amores sem alegria
Tão irrisórios
Penso nesse rapaz belo como um deus
Que sem fazer nada meteu fogo
Á minha memória
A minha boca nunca conseguirá
Lhe admitir o meu doce segredo
O meu tenro drama
Porque o objecto do meu suplicio
Passa a maior parte do seu tempo
Na cama com mulheres
Ninguém tem direito
De me culpar, de me julgar
E eu especifico
Que foi a natureza que
é responsavel se
Sou um homem, oh (homo)
Como dizem...
(tentei ser fiel ao texto mesmo se algumas partes tiveram de ser mesmo modificadas)
Etiquetas:
Charles Aznavour,
GLBT,
musica francesa
segunda-feira, maio 26, 2008
Les corons - Pierre Bachelet
Cá vai mais uma musica directamente tirada da minha infancia, vinda directamente do ensino primário Suiço, dum artista pouco conhecido Pierre Bachelet, assim como uma tradução made in TUSB pelo vosso caro anfitrião :D
Só há um problema, não conheço nenhuma tradução para corons, que eram as habitações unifamiliares estreitas com um pequeno jardim por trás que existiam nas "cidades mineiras" da segunda metade do seculo XIX, por isso usarei esse mesmo nome.
Ao norte, eram os corons
A terra, era o carvão
O céu, era o horizonte
Os homens, mineiros de fundo
As nossas janelas davam sobre janelas iguais
E a chuva molhava a minha mochila
E o meu pai quando voltava tinha os olhos tão azuis
Que pensava ver o céu azul
Decorava as lições, a cara contra o braço dele
Acho que estava orgulhoso de mi~m
Ele era generoso como os homens do campo
E devo-lhe o que sou hoje
Ao norte, eram os corons
A terra, era o carvão
O céu, era o horizonte
Os homens, mineiros de fundo
Era a minha infancia, e era feliz
No vapor das maquinas
E tinha montes de pedras em lugar de montanhas
De cima deles via o campo
O meu pai era "gueule noire" ("mineiro") como eram os seus pais
Minha mãe tinha os cabelos brancos
Eles eram da fossa, como se fossem de um país
Graças a eles, sei quem sou
Ao norte, eram os corons
A terra, era o carvão
O céu, era o horizonte
Os homens, mineiros de fundo
Havia na freguesia o dia da feira
Uma foto de Jean Jaures
E todos os copos de vinho eram diamantes rosas
Pousado sobre fundo de silica
Falavam de 36 e das bolsas de gás
Dos acidentes no fundo do buraco
Amavam o seu trabalho como se ama um país
É com eles que percebi
Ao norte, eram os corons
A terra, era o carvão
O céu, era o horizonte
Os homens, mineiros de fundo
Só há um problema, não conheço nenhuma tradução para corons, que eram as habitações unifamiliares estreitas com um pequeno jardim por trás que existiam nas "cidades mineiras" da segunda metade do seculo XIX, por isso usarei esse mesmo nome.
Ao norte, eram os corons
A terra, era o carvão
O céu, era o horizonte
Os homens, mineiros de fundo
As nossas janelas davam sobre janelas iguais
E a chuva molhava a minha mochila
E o meu pai quando voltava tinha os olhos tão azuis
Que pensava ver o céu azul
Decorava as lições, a cara contra o braço dele
Acho que estava orgulhoso de mi~m
Ele era generoso como os homens do campo
E devo-lhe o que sou hoje
Ao norte, eram os corons
A terra, era o carvão
O céu, era o horizonte
Os homens, mineiros de fundo
Era a minha infancia, e era feliz
No vapor das maquinas
E tinha montes de pedras em lugar de montanhas
De cima deles via o campo
O meu pai era "gueule noire" ("mineiro") como eram os seus pais
Minha mãe tinha os cabelos brancos
Eles eram da fossa, como se fossem de um país
Graças a eles, sei quem sou
Ao norte, eram os corons
A terra, era o carvão
O céu, era o horizonte
Os homens, mineiros de fundo
Havia na freguesia o dia da feira
Uma foto de Jean Jaures
E todos os copos de vinho eram diamantes rosas
Pousado sobre fundo de silica
Falavam de 36 e das bolsas de gás
Dos acidentes no fundo do buraco
Amavam o seu trabalho como se ama um país
É com eles que percebi
Ao norte, eram os corons
A terra, era o carvão
O céu, era o horizonte
Os homens, mineiros de fundo
quarta-feira, maio 21, 2008
Ainda ontem - Hier encore
Já que ando numa letargia crónica aguda cá vais mais uma tradução made in TUSB hehe
Uma das minhas musicas favoritas de Charles Aznavour, letra e musica fabulosa, como sempre nos habituou Charles...
Ontem ainda
Tinha vinte anos
Acariciava o tempo
E jogava da vida
Como jogamos do amor
Et vivia de noite
Sem contar com os dias
Que fugiam no tempo
Fiz tantos projectos
Que ficaram no ar
Criei tanta esperança
Que vi desaparecer
E fico perdido
Sem saber onde ir
Os olhos procurando o céu
Mas o coração subterrado
Ontem ainda
Tinha vinte anos
Gastava o tempo
Pensando pará-lo
E para o travar
Ou mesmo ultrapassar
Só fiz foi correr
E fiquei sem folego
Ignorando o passado
Conjugando no futuro
Antecedia por "eu"
Todas as conversações
Dava a minha opinião
E queria ter razões
Para criticar o mundo
Sem preocupação
Ainda ontem
Tinha vinte anos
Mas perdi o meu tempo
A fazer loucuras
Que não me deixam no fundo
Nada de concreto
Só umas rugas na testa
E o medo do tédio
Porque os meus amores morreram
Antes de existirem
Meus amigos partiram
E não voltarão
Por minha culpa fiz
O vazio a minha volta
Estraguei a minha vida
E a minha juventude
Do melhor e do pior
Deitando fora o melhor
Cristalisei os meus sorrisos
E congelei os meus choros
Onde estão agora
Os meus vinte anos?
Uma das minhas musicas favoritas de Charles Aznavour, letra e musica fabulosa, como sempre nos habituou Charles...
Ontem ainda
Tinha vinte anos
Acariciava o tempo
E jogava da vida
Como jogamos do amor
Et vivia de noite
Sem contar com os dias
Que fugiam no tempo
Fiz tantos projectos
Que ficaram no ar
Criei tanta esperança
Que vi desaparecer
E fico perdido
Sem saber onde ir
Os olhos procurando o céu
Mas o coração subterrado
Ontem ainda
Tinha vinte anos
Gastava o tempo
Pensando pará-lo
E para o travar
Ou mesmo ultrapassar
Só fiz foi correr
E fiquei sem folego
Ignorando o passado
Conjugando no futuro
Antecedia por "eu"
Todas as conversações
Dava a minha opinião
E queria ter razões
Para criticar o mundo
Sem preocupação
Ainda ontem
Tinha vinte anos
Mas perdi o meu tempo
A fazer loucuras
Que não me deixam no fundo
Nada de concreto
Só umas rugas na testa
E o medo do tédio
Porque os meus amores morreram
Antes de existirem
Meus amigos partiram
E não voltarão
Por minha culpa fiz
O vazio a minha volta
Estraguei a minha vida
E a minha juventude
Do melhor e do pior
Deitando fora o melhor
Cristalisei os meus sorrisos
E congelei os meus choros
Onde estão agora
Os meus vinte anos?
sábado, maio 03, 2008
Plus bleu que tes yeux
Cá está uma das minhas musicas favoritas de todos os tempos, um classico que Charles Aznavour escreveu especialmente para a Edith Piaf em 1951, mas não me consegui impedir de por aqui o dueto "virtual" dos dois grandes da musica francêsa lançado há poucos anos.
E uma tradução "livre" feita por mim. (espero que ninguem leve a mal, é quase um sacrilégio traduzir estas musicas haha)
Plus bleu que tes yeux
Mais azul que o azul dos teus olhos,
Não vejo nada mais belo,
Mesmo o azul dos céus.
Mais louro que os teus cabelos dourados
Não se pode imaginar,
Mesmo o louro do trigo.
Mais puro que o teu sopro tão suave,
O vento, mesmo no mês de Agosto,
Não pode ser tão suave.
Mais forte que o meu amor por ti,
O mar mesmo em furia,
Não se compara.
Mais azul que o azul dos teus olhos,
Não vejo nada mais belo,
Mesmo o azul dos céus.
Se um dia te fosses embora
E me deixasses,
O meu destino mudaria de repente
Completamente.
Mais cinzento que o cinzento da minha vida,
Nada seria mais cinzento,
Nem mesmo um céu de chuva.
Mais negro que o negro do meu coração,
A terra em pronfundidade
Não seria tão escura.
Mais vazio que os meus dias sem ti,
Nenhum poço sem fundo
Se compara.
Mais longo que a minha dor de amor,
Mesmo a eternidade,
Perto dele seria curta.
Mais cinzento que o cinzento da minha vida,
Nada seria mais cinzento,
Nem mesmo um céu de chuva.
Não deveriamos pensar, eu sei,
Nos dias de amanhã.
Para que serve nos complicarmos a vida
Se hoje...
Mais azul que o azul dos teus olhos,
Não vejo nada mais belo,
Mesmo o azul dos céus.
Mais louro que os teus cabelos dourados
Não se pode imaginar,
Mesmo o louro do trigo.
Mais puro que o teu sopro tão suave,
O vento, mesmo no mês de Agosto,
Não pode ser tão suave.
Mais forte que o meu amor por ti,
O mar mesmo em furia,
Não se compara.
Mais azul que o azul dos teus olhos,
Só vejo os sonhos
Que me trazem os teus olhos....
(talvez chame o meu gato de Bleu, já que é azul haha)
E uma tradução "livre" feita por mim. (espero que ninguem leve a mal, é quase um sacrilégio traduzir estas musicas haha)
Plus bleu que tes yeux
Mais azul que o azul dos teus olhos,
Não vejo nada mais belo,
Mesmo o azul dos céus.
Mais louro que os teus cabelos dourados
Não se pode imaginar,
Mesmo o louro do trigo.
Mais puro que o teu sopro tão suave,
O vento, mesmo no mês de Agosto,
Não pode ser tão suave.
Mais forte que o meu amor por ti,
O mar mesmo em furia,
Não se compara.
Mais azul que o azul dos teus olhos,
Não vejo nada mais belo,
Mesmo o azul dos céus.
Se um dia te fosses embora
E me deixasses,
O meu destino mudaria de repente
Completamente.
Mais cinzento que o cinzento da minha vida,
Nada seria mais cinzento,
Nem mesmo um céu de chuva.
Mais negro que o negro do meu coração,
A terra em pronfundidade
Não seria tão escura.
Mais vazio que os meus dias sem ti,
Nenhum poço sem fundo
Se compara.
Mais longo que a minha dor de amor,
Mesmo a eternidade,
Perto dele seria curta.
Mais cinzento que o cinzento da minha vida,
Nada seria mais cinzento,
Nem mesmo um céu de chuva.
Não deveriamos pensar, eu sei,
Nos dias de amanhã.
Para que serve nos complicarmos a vida
Se hoje...
Mais azul que o azul dos teus olhos,
Não vejo nada mais belo,
Mesmo o azul dos céus.
Mais louro que os teus cabelos dourados
Não se pode imaginar,
Mesmo o louro do trigo.
Mais puro que o teu sopro tão suave,
O vento, mesmo no mês de Agosto,
Não pode ser tão suave.
Mais forte que o meu amor por ti,
O mar mesmo em furia,
Não se compara.
Mais azul que o azul dos teus olhos,
Só vejo os sonhos
Que me trazem os teus olhos....
(talvez chame o meu gato de Bleu, já que é azul haha)
quinta-feira, abril 24, 2008
Barbara
A Barbara é a minha cantora preferida, se fosse para uma ilha deserta e só podesse levar um album de qualquer musico, escolheria sem duvida o Pantin 81 da Barbara, para espanto da maioria das pessoas que conheço haha (metaleiros e afins haha)
E ela tinha me saido completamente da cabeça, não fosse o Manuel a relembrar me a minha cantora favorita haha, enfim, tem uma presença... e muita gente não sabe que a própria Barbara escrevia a maior parte das suas canções.
É uma senhora muitas vezes esquecida da musica francesa, e tem tantas musicas fantasticas, até é dificil escolher.
Vou por aqui duas a mais curtinha em primeiro, para não pesar muito nos que podem não apreciar :D
Tenho pena esta segunda ter pior qualidade, porque a musica e letras são lindas...
E ela tinha me saido completamente da cabeça, não fosse o Manuel a relembrar me a minha cantora favorita haha, enfim, tem uma presença... e muita gente não sabe que a própria Barbara escrevia a maior parte das suas canções.
É uma senhora muitas vezes esquecida da musica francesa, e tem tantas musicas fantasticas, até é dificil escolher.
Vou por aqui duas a mais curtinha em primeiro, para não pesar muito nos que podem não apreciar :D
Tenho pena esta segunda ter pior qualidade, porque a musica e letras são lindas...
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